Loja virtual x Marketplace
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Marketplace ou Loja Virtual?

Por: Redação ComSchool

Depois de amadurecer a ideia de ter um negócio próprio no e-commerce e criar sua loja virtual, muitos empreendedores ficam divididos sobre continuar a vender dessa forma ou participar de um marketplace.

Os motivos para estar presente no mundo digital são inúmeros, mas o principal é atrair mais clientes e ter mais visibilidade. Surgem questões como “o que seria mais vantajoso e confiável? ”, “qual o melhor canal de vendas para o meu empreendimento? ”, “qual a diferença entre loja virtual e marketplace? ”.

Para começar a entender o que é melhor para atingir seus objetivos, defina o seu perfil e imagine como pretende trabalhar após escolher um dos dois canais de vendas. Você também precisa saber o grau de maturidade do seu projeto e quais as necessidades específicas do seu negócio.

Qual a diferença e o qual é mais vantajoso?

No marketplace, o vendedor se dedica completamente a gerenciar o portfólio de produtos e a atender o cliente. Já o administrador cuida da logística, visibilidade, meios de pagamento e tecnologia, entre outros importantes setores que farão este canal ser rentável para você.

Além disso, recebem mais visitas, pois abrigam um número maior de produtos. Este tipo de plataforma funciona como um shopping center onde o cliente pode pesquisar preços melhores e realizar compras com mais satisfação e conveniência. Contudo, essa oportunidade pode ser desvantajosa, pois sua loja terá que lutar contra a concorrência para aparecer melhor nos resultados quando o consumidor procurar um produto.

A Loja Virtual permite controle total, autonomia para o negócio e contato direto com o consumidor. Você também não precisará pagar nenhuma taxa ou comissão, como no caso do marketplace. O trabalho de atração de clientes para o seu site também fica ao seu encargo e você enfrentará a concorrência das outras lojas e dos marketplaces, mas cada um com seu próprio endereço virtual.

Para resumir, os marketplaces são plataformas que vendem uma enorme variedade de produtos de diversos lojistas, enquanto a loja virtual comercializa mercadorias diferentes de uma empresa. Também podemos dizer que a loja virtual é como a loja física e o marketplace é um shopping center onde a loja pode anunciar, desde que pague uma comissão.

Como escolher?

Investir nas duas opções pode ser a forma de aproveitar o melhor dos dois mundos: vender com sua loja virtual e estar no marketplace. Mas, alguns negócios podem não ter sucesso dessa forma e conseguir resultados medianos nas duas plataformas.

Assim, você pode fazer um teste e selecionar os produtos que vendem mais para anunciá-los no marketplace. Em seguida, faça um anúncio no Google Shopping e acompanhe as campanhas de Adwords (no próprio Google e no Facebook) que o marketplace criará para divulgar seus produtos.

Com esta estratégia você entenderá melhor se vale a pena manter a abordagem inicial ou se deve revolucionar a forma como sua empresa atua no e-commerce. Apenas com planejamento e uma visão inovadora você conseguirá tornar seu empreendimento em algo que trará resultados surpreendentes.

Vale a pena investir em e-commerce
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As pessoas me perguntam isso toda hora. O e-commerce é um péssimo modelo de negócio autônomo, então por que nós deveríamos apostar nele? Esta é uma pergunta interessante…

O e-commerce é caro e bagunçado (se você não acredita nisso pergunte pra alguém da área de supply chain). É disruptiva a relação consagrada entre os varejistas e marcas, entre as marcas e os consumidores, e entre os consumidores e os varejistas.

Mas isso acontece de qualquer maneira, especialmente se você tem uma visão mais ampla do comércio eletrônico que inclui a influência digital sobre as compras na loja.

Dados da NRF (National Retail Federation) mostram que as vendas do varejo americano na alta temporada de 2016 – Novembro e Dezembro – aumentaram 4% em relação a 2015 alcançando $ 658,3 bilhões. Mais importante, este número inclui $ 122,9 bilhões em vendas não-presenciais, que cresceram até 12,6 por cento em relação ao ano anterior.

Parece que o mundo do varejo está finalmente recebendo a mensagem:

Há muita conversa sobre varejo on-line versus as lojas físicas nos últimos meses, mas estas questões vêem de pessoas que não percebem que o on-line e o varejo hoje são a mesma coisa… No novo mundo de comércio distribuído que permite aos consumidores comprar qualquer produto, a qualquer hora, em qualquer lugar, realmente não importa se um cliente compra na loja ou em seu site ou aplicativo móvel. É tudo varejo. Os varejistas de hoje vendem aos compradores da maneira que eles querem comprar.

Essa última frase é, infelizmente, um trecho. Os varejistas de hoje querem vender aos consumidores da maneira que eles queiram comprar, mas poucos são realmente capazes de implementar a estratégia de forma completa, porque o exemplo do negócio aparentemente não está lá. As receitas de comércio eletrônico e, mais importante, as margens são muito mais baixas do que as da loja física. Historicamente, os varejistas têm relatado números (tanto do online como no offline) de forma separada para que um não estrague o outro.

Assim, quando lemos que o comércio eletrônico é o principal motor de crescimento nos comportamentos de compras do consumidor, não é que o comércio eletrônico substituirá o varejo físico, é que o comportamento dele (que eu afirmo vigorosamente é relacionado à minha disponibilidade de internet móvel) está confundindo canais que antes eram considerados discretos.

Pesquisas recentes da Forrester mostram que 56 por cento dos consumidores usaram um dispositivo móvel para pesquisar produtos em casa, 38 por cento usaram um dispositivo móvel para verificar a disponibilidade de estoque enquanto estavam a caminho de uma loja e 34 por cento usaram um dispositivo móvel para pesquisar produtos enquanto estavam em uma loja física.

Essas linhas tênues obrigam os stakeholders que estão baseados puramente em números a fazer a pergunta que estamos abordando aqui: será que todo o investimento necessário para oferecer uma experiência melhor de consumo on-line vale a pena? Um sócio-gerente de um grupo de private equity uma vez me perguntou: “Isso é realmente mais do que apenas pessoas com smartphones? É realmente uma mudança comportamental, ou não eu devo apenas contratar um vendedor realmente bom de comércio eletrônico?”

Estrategicamente isso é problemático para a maioria das empresas. Algumas fazem bem o papel de vender apenas no T-Mall ou na Amazon, mas a maioria delas não quer concentrar todas as suas vendas em apenas um varejista. Um vendedor de comércio eletrônico realmente bom está correndo atrás dos resultados deste trimestre, e não deixa para o próximo ano, já que a maioria das empresas compensa dessa forma.

Apreender a importância do investimento em uma experiência de consumo de e-commerce excepcional significa colocar um número para isso. A maneira mais rápida e precisa de determinar o valor desse investimento é computar a diferença financeira entre o seu share atual e o share justo.

Ignorar a equação para obter o resultado (veja o link acima, se você quiser conferir o que acontece “nos bastidores”), se você tem um market share de 35% que está trazendo 100 milhões, mas o seu share justo deveria ser, pelo menos 42%, então você tem um valor de 20 milhões. Lembre-se: você não está falando de um aumento de 7 pontos entre 100, você está falando de um acréscimo de 20% de 35 – que significa na prática 100 milhões. Você gastaria, digamos, 2 milhões se você pudesse identificar com certeza que teria um retorno de 20 milhões? Meu palpite é: “Sim, é claro.”

Nunca é tarde para começar de novo

O financiamento da presença digital ideal requer vontade institucional, o que significa endosso e patrocínio a nível de diretoria e C-level. Tudo isso leva à alocação de recursos incomuns – e provavelmente desconfortáveis – para a organização.

Comece a identificar quais partes da sua operação são impactadas pela mudança de comportamento do consumidor para o mobile. Esses são os budgets que vão nortear as mudanças necessárias. Pode ser que haja um recuo (no mínimo), mas a melhor forma de olhar é: isto impacta a companhia inteira, então envolve o papel de todo mundo no jogo. E mais: se o seu departamento precisa contribuir diretamente com esse processo você pode emprestar expertise para ter certeza de que o trabalho será bem feito.

É importante notar que esta não é uma gestão por comitê, já que os esforços e o conhecimento especializado são alavancados para garantir que a iniciativa esteja focada nas coisas certas. Também é importante manter em mente o fato de não ser um modelo “shared service”. É uma iniciativa decididamente voltada para o futuro, projetada para ajudar o resto da organização a se preparar para o futuro. Os departamentos contribuintes não são os clientes dessa equipe, eles são os parceiros.

Em algumas empresas esta pode ser uma equipe desenhada a partir do marketing existente e dos talentos que você já possui dentro do TI. Minha experiência de mais de uma década mostra que ao construir essas capacidades em escalas modestas e também muito grandes, na maioria das vezes, o CEO ou o presidente do grupo precisa endossar e patrocinar a criação deste grupo e dirigir a seleção de algum talento externo.

A situação pode ficar cabeluda, mas cada líder sênior eficaz com quem eu já tive o prazer de trabalhar e aprender fez a mudança andar para a frente muito mais que uma inevitabilidade, mas como um objetivo.

Por fim, esta é a razão porque o e-commerce vale a pena: o comportamento do consumidor tem mudado e continua a evoluir. Isto traz uma série de novas oportunidades para marcas e varejistas evoluírem, fazer mais, melhorarem e crescerem. E crescimento é a chave de tudo.

Traduzido com autorização do autor. Originalmente publicado em: http://culturalexception.com/is-e-commerce-worth-it/

Como ser um vendedor de sucesso
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Por que será que a produtividade de vendas da sua equipe não aumenta, se seus vendedores são os mais competentes do mercado? Será mesmo? Saiba quais são as 7 atitudes de um vendedor de sucesso e alavanque suas vendas.

O mercado está cada vez mais dinâmico, e as exigências para suprir as expectativas do cliente não se resumem apenas às experiências práticas e tácitas dos vendedores.

Vender é arte, mas agora também é ciência.

Um bom vendedor não se resume mais, exclusivamente, a oferecer produtos aos clientes e finalizar as compras.

Para vender é preciso que a equipe de vendas tenha competências que possibilitem o fechamento da venda, mas que também proporcionem um relacionamento de credibilidade e confiança entre o cliente e a empresa.

Os vendedores precisam estar capacitados, e para isso é preciso que a empresa saiba as suas reais necessidades para que possa desenvolver as competências necessárias em seu grupo.

As atitudes dos vendedores e dos líderes influem consideravelmente na produtividade de vendas da empresa, e elas são um dos 3 pilares da competência, que se define por: conhecimentos, habilidades e atitudes.

O QUE SÃO AS COMPETÊNCIAS DE VENDAS?

Ter competência sobre algo é ter conhecimento teórico (técnico) sobre o assunto, possuir habilidade em praticar aquilo que sabe, e ter atitude de fazer a ação.

Assim, competência é um conjunto de:

  • Conhecimento

Saber sobre algo;

  • Habilidade

Saber fazer aquilo que sabe;

  • Atitude

Querer fazer.

Muito comumente dizemos que alguém não é competente para exercer determinada tarefa, usando esse conceito como sinônimo – exclusivo – de falta de habilidade, ou falta de conhecimento, ou até mesmo só falta de atitude.

Possivelmente você conhece algum vendedor que já fez vários cursos de técnicas de venda, diversos cursos sobre o mercado no qual atua, e sabe muito sobre o produto que vende, mas mesmo assim não consegue ter produtividade em suas vendas.

O que será que está acontecendo? Por que ele não é um vendedor de sucesso?

Alguém deve ter mencionado: Ele é super competente, não entendo que não consiga bater as metas.

Será que de fato ele é competente? Ou possui apenas conhecimento?

No caso mencionado o vendedor possui muito conhecimento sobre o assunto, mas deve estar havendo uma falha na sua habilidade de colocá-lo em prática, ou não tem ATITUDE de fazer acontecer.

É aí onde se encontra um dos segredos da produtividade de vendas da sua empresa.

O melhor é saber que, diferentemente das competências e habilidades, as atitudes são ações comuns à maioria do bons vendedores e líderes de vendas.

Como ser um vendedor de sucesso?

Não basta ter conhecimento e saber realizar alguma tarefa se não tiver atitude para isso.

Agir no momento certo é essencial para alcançar os objetivos e não perder oportunidades.

As atitudes, por parecerem mais abstratas que os conhecimentos e as habilidades, parecem ser mais difíceis de serem alcançadas e desenvolvidas, mas se dedicar a isso é o grande diferencial da empresa.

Os conhecimentos que cada vendedor precisa adquirir pode variar muito dependendo de onde trabalha.

Apesar de envolver conceitos de técnicas de vendas, também abrange conhecimento específico sobre aquele mercado de atuação ou sobre o produto.

Em uma construtora, por exemplo, os conhecimentos irão se referir ao mercado imobiliário, diferentemente de uma concessionária, que exigirá saber técnico sobre a área de automóveis.

As habilidades, assim como os conhecimentos, também se relacionam mais com as exigências de cada empresa, e variam a depender da necessidade do negócio.

Os vendedores irão adquirir habilidades relacionadas ao processo de determinada organização, aplicando à prática e rotina de operações daquela equipe.

Entretanto, as atitudes – em sua maioria – são ações comuns que todo bom vendedor deve ter na sua profissão, independentemente do segmento da empresa.

AS 7 ATITUDES DE UM VENDEDOR DE SUCESSO

Defendemos a ideia de que em uma contratação para vendedor, caso tenha que priorizar uma das 3 categorias da competência (conhecimento, habilidade, atitude), deve-se priorizar a atitude.

As atitudes estão relacionadas aos aspectos comportamentais, mais difíceis de serem adquiridos do que os conhecimentos e habilidades.

A parte atitudinal permite verificar como o vendedor se portará em determinadas situações, como resolver certas questões, se tem capacidade para o aprendizado e se há persistência de alcançar o êxito.

Entre as principais atitudes que todo bom vendedor deve desenvolver para obter sucesso, sete se destacam:

  • OTIMISMO
  • OBJETIVOS
  • FOCO
  • CONHECIMENTO
  • PERSISTÊNCIA
  • ENTUSIASMO
  • HUMILDADE

1. Ser OTIMISTA

Não sabendo que era impossível, foi lá e fez. (Mark Twain)

Mesmo com todos os obstáculos, o vendedor precisa enxergar as coisas de forma positiva, e deve ser movido por isso.

Tem que ser capaz de ACREDITAR!

Uma pessoa positiva é extremamente importante para bater metas.

Se as metas fossem definidas como algo fácil de serem alcançadas, elas não fariam sentido.

E se o vendedor não for otimista, ele desistirá antes de tentar.

É preciso acreditar que vai dar certo, e que o impossível é uma questão de opinião.

Quando você desenvolve o otimismo, você passa a adquirir esperança nas situações, enxergando os lados favoráveis.

O pessimista, ao contrário, vê dificuldades em tudo, dificilmente enxerga ou sequer busca as saídas para uma situação ruim. Não por não desejar encontrar, mas por não acreditar que exista uma solução.

2. Ter OBJETIVOS

Não se deve ir atrás de objetivos fáceis. É preciso buscar o que só pode ser alcançado por meio dos maiores esforços. (Albert Einstein)

Os vendedores devem ter claros em sua cabeça quais os objetivos que desejam alcançar naquela atividade, e não devem ser só os objetivos da empresa.

Obviamente eles devem saber quais as metas e prazos que devem cumprir, e qual o objetivo da equipe de vendas.

Mas o vendedor precisa definir também os objetivos pessoais, pois são esses que farão ele levantar todos os dias para poder lutar e alcançar.

Sem objetivos os esforços podem deixar de fazer sentido em qualquer momento.

É preciso que o vendedor queira ganhar dinheiro naquilo, seja para comprar algo que deseja ou seja apenas para crescer dentro da empresa, mas ele precisa ter um objetivo a ser alcançado.

Com objetivos definidos, o vendedor se motivará a lutar para poder conseguir o que deseja.

3. Ter FOCO

Foco é saber dizer não! (Steve Jobs)

O foco é essencial em qualquer atividade que se realize, especialmente em vendas, pois se evita perda de tempo e dinheiro.

Focar em algo é ser capaz de priorizar ações e tarefas que são primordiais para alcançar os objetivos previstos.

Quando não há foco, o risco de desviar as ações para atividades desnecessárias cresce exponencialmente.

Em vendas, o vendedor precisa exercer uma série de tarefas em suas operações, caso não saiba priorizá-las, ou perca tempo com atividades diversas, possivelmente isso acarretará no resultado final do seu trabalho.

Foco é também saber dizer não para o que não for necessário.

Um vendedor que tenha foco, diminui a perda de tempo e evita o acúmulo de atividades, por consequência perde menos oportunidades de negócio.

4. Ter CONHECIMENTO

O conhecimento é uma ferramenta, e como todas as ferramentas, o seu impacto está nas mãos de quem o usa. (Dan Brown)

Conhecimento é uma das vertentes da competência, é possuir sabedoria teórica e técnica sobre algum assunto.

A atitude que o vendedor precisa ter, no entanto, está relacionada a capacidade de aprendizado.

Adquirir conhecimento é extremamente importante, e o vendedor deve estar disposto a isso.

Mais do que isso, precisa estar frequentemente atualizado, pois o mercado é dinâmico e apresenta novas exigências a todo momento.

Um vendedor que não aprende, possivelmente não irá acompanhar as tendências, e não suprirá as necessidades do cliente.

Veja também:  5 dicas para o aumento de produtividade dos vendedores da sua empresa!


5. Ter PERSISTÊNCIA

Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência. (Henry Ford)

A persistência talvez seja uma das atitudes mais difíceis de conseguir alcançar, mas uma vez desenvolvida, o vendedor será capaz de vencer suas limitações e aprimorar suas habilidades.

As coisas não são fáceis nas vendas, o mercado é influenciado – o tempo todo – por uma série de fatores que independem da vontade do vendedor.

A persistência fará com que ele se destaque, pois enquanto os outros estão desistindo, ele estará firme na vontade de vender.

Não é fácil enfrentar obstáculos e lidar com imprevistos. Entretanto, isso acontece sempre nas vendas. O vendedor precisa realizar um trabalho constante de determinação e persistência.

Sempre há um lado bom, o vendedor tem que saber que é capaz de achá-lo!

6. Ter ENTUSIASMO

O entusiasmo é a maior força da alma. Conserva-o e nunca te faltará poder para conseguires o que desejas. (Napoleão Bonaparte)

O entusiasta demonstra grande paixão e interesse pelo que faz, e é capaz de transmitir essa energia para todos ao seu redor.

Um líder que possui essa atitude interfere nas ações de toda a equipe, transmitindo a mensagem do otimismo para cada um, e desenvolve vendedores de sucesso.

Assim como alguém sem entusiasmo pode influenciar seus colegas, desanimando o grupo para realizar as atividades.

Por óbvio ninguém está entusiasmado 100% do tempo, esse é um exercício diário.

O gestor tem um papel muito importante, pois ele deve ser capaz de gerar entusiasmo na equipe e saber reconhecer quando as coisas não vão bem, para que possa virar o jogo.

7. Ter HUMILDADE

A prepotência te faz forte por um dia; a humildade para sempre. (Autor desconhecido)

Após adquirir as competências necessárias para desenvolver o trabalho, o vendedor possivelmente obterá retorno sobre os seus esforços.

O retorno pode vir de várias formas, entre elas a financeira e profissional, seja aumento de salário ou cargos melhores na empresa.

Em algumas pessoas, esses benefícios vêm somados à arrogância e prepotência, o que poderá fazer com que retornem ao início do processo.

Um vendedor que já se acha bom o suficiente pode se enganar que não há mais nada a ser aprendido.

A humildade está intrinsecamente ligada ao aprendizado. É preciso ser humilde para aprender.

Se não há humildade não há aprendizado, e se não há aprendizado ele volta à estaca zero.

OUTRAS ATITUDES DE SUCESSO EM VENDAS

Dentro de cada uma dessas atitudes, outras se desdobram.

A criatividade, por exemplo, está ligada à persistência. Pois uma pessoa persistente precisa ser criativa para não cair em desânimo.

Todas as atitudes são importantes, e não adianta desenvolver uma e ser falho nas outras.

Além disso, contar com uma boa estrutura na empresa ajuda a desenvolver as competências e facilitam as ações comportamentais da equipe.

Contar com apoio tecnológico para a realização de atividades cotidianas, permitem que o vendedor não gaste esforço e energia com algo que não é sua função primordial: vender.

O estresse de prospectar clientes, a dor de cabeça em relação às falhas de comunicação das planilhas, a perda de tempo com leads desnecessários, tudo isso pode ser evitado hoje em dia com a automatização dos processos de vendas, através do uso de um CRM de Vendas.

Sua história é extremamente importante para nós. Qual atitude você acha que precisa aprimorar para ser um vendedor de sucesso? Existe alguma outra que acredita ser essencial para o sucesso das vendas de sua equipe? Deixa seu comentário e compartilhe sua experiência.

DNA DE VENDAS

A DNA de Vendas é uma das maiores consultorias de vendas para aumento de produtividade e treinamento de vendas do Brasil.

Com experiência em mais de 35 segmentos do mercado, vem contribuindo para o aumento das vendas das maiores organizações do país, através do alinhamento da metodologia dos 4 Pilares de Produtividade de Vendas: Pessoas, Processos, Gestão e Tecnologia.

Dicas sobre como vender na internet
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Com o intuito de apresentar dicas de como anunciar na internet grátis, resolvemos elaborar este conteúdo, que está dinâmico e prático. 

Por que vender online?

Antes de você começar a promover loja virtual, cheque os seguintes números:

  • U$ 3 trilhões é o faturamento do e-commerce no mundo, de acordo com pesquisa realizada pela Statista;
  • Em 2018, 675 mil lojas virtuais estavam ativas no Brasil, de acordo com dados encomendados pela PayPal Brasil e captados pela BigData Corp, 
  • 82% das lojas virtuais eram de pequeno porte;
  • Entre maio de 2017 e maio de 2018, o crescimento foi de 12,5%;
  • Na Black Friday 2018 foram arrecadados R$ 3,5 bilhões para o e-commerce brasileiro;
  • 7 em cada 10 brasileiros fazem compras pela internet.

Tais números são motivos suficientes para você anunciar na internet grátis?

Pois saiba que não acabou: em 2018, o ticket-médio do e-commerce chegou a bater a marca de R$ 433,00, um crescimento de 3,8%. 

Todos esses dados significam uma coisa: as lojas virtuais estão dominando o mercado brasileiro, que já está mais consolidado para receber empreendimentos de todos os tipos. 

Em vista dos anos 2000, quando o e-commerce começou a despontar no Brasil, isso é muito bom.

Já que significa uma mudança de hábito dos consumidores em relação a compras feitas em lojas físicas, algo que não era recebido muito bem por grande parte da população. 

E o porquê disso também é simples de explicar. Como a tecnologia tem avançado rapidamente em todos os setores, a confiança em sites e em efetuação de pagamentos online aumentou. 

Além disso, há diversas outras vantagens em anunciar na internet gratis, como a redução de custos, a experiência positiva dos seus clientes, mensuração de dados e crescimento ilimitado

Isso porque para o consumidor também é positivo encontrar tipos de exemplo de promoção de vendas bem elaborado, como preços mais acessíveis, grande variedade de produtos e serviços, entrega rápida e acesso a opiniões de outros clientes

Devido a isso, milhares de empresas passaram também a executar os seus serviços no ambiente digital, potencializando resultados e encontrando novas formas de como vender na internet. 

Como vender na internet sem ter uma loja virtual?

Se você ainda é um novo empreendedor, com certeza quer entender melhor como vender na internet e promover loja online de maneira eficiente. 

Então saiba que há muitos tipos de exemplo de promoção de vendas bem elaborados sem a presença de um site ou loja virtual próprios. 

Isso porque esses empreendimentos estão hospedados em plataformas de confiança do público, que podem ser definidos como e-commerce e marketplaces. 

O QUE É O E-COMMERCE?

O e-commerce é uma das alternativas mais atrativas para quem deseja anunciar na internet grátis. E engana-se quem pensa que e-commerce é somente uma loja virtual.

Na verdade, a loja virtual é um dos canais de vendas do e-commerce, que é um termo utilizado para definir a promoção de produtos e serviços de um único segmento. 

Ou seja, o e-commerce tem o intuito de divulgar somente os produtos da sua marca.

O QUE É O MARKETPLACE?

Já o marketplace também é outra maneira de você anunciar online gratuitamente.

Diferente do e-commerce, marketplace significa shopping center virtual, onde diversas marcas, produtos e serviços são encontrados com facilidade. 

Por exemplo, o Mercado Livre é um dos grandes marketplaces do Brasil, uma vez que oferece facilidade na hora de anunciar na internet grátis. 

Outro marketplace de grande sucesso é o Soluções Industriais, o qual é focado no segmento B2B e é hoje o maior marketplace industrial da América Latina. Ou seja, ter seus produtos nesse portal é maravilhoso para a sua divulgação, não?

Até porque, o Soluções Industriais conta com a divulgação da sua marca em cerca de 60 canais. 

Mas vamos lá às dicas de como vender na internet!

10 dicas de como vender na internet

Agora chegamos a parte prática de nosso conteúdo. Para você saber como vender mais na internet, siga as dicas abaixo. 

1 -DEFINA O SEU PRODUTO

O primeiro passo para você promover loja virtual na internet é saber exatamente o que vender.

Para conseguir definir o seu produto e saber melhor como vender na internet, siga estes dois caminhos:

  1. Defina um produto a partir de um hobby: se você gosta de gastronomia, tente investir em vídeos de receitas; caso você prefira musculação, foque em dicas de exercícios. Nesses dois casos, por exemplo, você já terá em mente os tipos de produtos que deve fornecer e quais clientes devem ser atingidos; 
  2. Defina um produto mais “frio”: isso significa desbravar um segmento totalmente desconhecido por você, mas que você sabe que existem poucos tipos de exemplo de promoção de vendas bem elaborados sobre ele.

2. FAÇA UM PLANEJAMENTO DE NEGÓCIO

Agora que você já tem o seu produto definido, saber como vender na internet fica muito mais simples. 

No entanto, para começar a promover loja virtual da sua marca, é necessário estruturar um bom planejamento. 

Portanto, foque nos seguintes tópicos:

  1. definição do público-alvo; 
  2. situação do mercado em que você atua; 
  3. Quem são os seus concorrentes
  4. Quais recursos você tem em mãos para investimento; 
  5. Qual o diferencial da sua loja virtual.

3. TENHA UMA EQUIPE ESPECIALIZADA

Contrate profissionais que realmente sabem o que fazem. 

Por exemplo, se o seu intuito é promover o setor da sua empresa por meio de conteúdos, é indicado contratar redatores. 

Mas para realizar o layout da sua loja virtual, contratar um designer pode ser a melhor opção. 

Ou seja, tenha uma equipe que realmente seja especialista e saiba como vender na internet. 

4. DEFINA SEU PÚBLICO-ALVO E PERSONA

Ter claro para quem você vai anunciar na internet grátis é outro fator relevante para alavancar as vendas dos produtos e serviços da sua empresa. 

Por isso, definir o seu público-alvo e a sua persona é essencial para veicular todas as suas ações. 

Não sabe o que significa cada um desses termos? Então dá só uma olhada: 

persona representa o cliente ideal do seu negócio. É ela quem traz detalhes específicos sobre cada consumidor dos seus produtos e serviços. 

Já o público-alvo simboliza a sua audiência de modo geral. Com os dados colhidos, você consegue descobrir qual a idade, o gênero, a localização, etc., dos seus clientes. 

No fim das contas, a persona não se vira sem o público-alvo, que dá a ela uma noção para criar o personagem semi-fictício do cliente ideal. 

5. ESCOLHA A PLATAFORMA DE VENDAS

Escolher uma plataforma de vendas é excelente na hora de promover loja virtual, pois normalmente já inclui um sistema de pagamento, a infraestrutura necessária e a segurança para os clientes pegarem confiança. 

Além disso, você também pode optar pela plataforma WordPress, a qual oferece inúmeros temas para que as lojas virtuais sejam interativas e atraiam os seus consumidores. 

6 – DEFINA AS FORMAS DE PAGAMENTO

Há três tipos de formas de pagamento que você pode utilizar:

  1. Intermediadores: são empresas que terceirizam o pagamento dos clientes. Um grande exemplo é a PagSeguro; 
  2. Gateways: ferramentas já presentes nas lojas virtuais, mas que são administradas por bancos; 
  3. Integração direta: um sistema capaz de conectar a sua loja virtual com as operadoras de cartão Cielo e Rede. 

7. DEFINA AS POLÍTICAS DE TROCA E DEVOLUÇÃO

Antes de você começar a pensar em como vender na internet, é preciso definir também boas políticas de troca e devolução de produtos. 

Afinal, quando não há algo do tipo bem definido, alguns clientes insatisfeitos podem entrar com processos judiciais em defesa do consumidor. 

Porém, não é somente pensando em evitar a justiça que você deve começar a pensar em políticas de troca e devolução para anunciar na internet grátis. 

Lembre-se: a satisfação do consumidor é muito importante, então ter essas políticas bem definidas garantem que problemas não surgirão.

8. DEFINA A LOGÍSTICA

A logística do envio e da entrega de produtos também deve ser avaliada no momento de promover loja virtual. 

Para isso, leve em conta os seguintes fatores: 

  • Recebimento dos produtos; 
  • Estoque de todos os itens; 
  • Envio dos pedidos para as transportadoras; 
  • Rastreamento dos produtos enviados; 
  • Controle de entregas nas mãos dos clientes.

9. ANUNCIE SEUS PRODUTOS

O universo digital dispõe de ferramentas para você saber realmente como vender na internet. 

Anunciar os seus produtos nelas pode ser um bom exemplo de promoção de vendas bem elaborada. 

Isso porque você aparecerá nas primeiras buscas do Google, entre outros buscadores online. 

Para tanto, tente investir no Google Ads, que é a plataforma de anúncios pagos do próprio Google. 

10. FAÇA UMA BOA GESTÃO

Quando você tem um back office, ou seja, um “balcão” onde ocorre os bastidores dos seu negócio, tudo fica mais fácil. 

Afinal, é ele quem representa a estrutura física para promover todos os seus itens de maneira adequada. 

Comece a impulsionar suas vendas!

Você não chegou até aqui à toa, certo? 

Depois de descobrir como vender na internet e reconhecer os melhores tipos de exemplo de promoção de vendas bem elaboradas, é o momento de praticar todas as dicas passadas. 

Tente reconhecer que é fundamental ter o produto bem estruturado e para quem ele será oferecido. 

Fora isso, estar de acordo com as políticas de envio e devolução é extremamente importante para manter a satisfação do cliente.

Por que empreender?
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O sonho de muita gente é deixar de ser empregado. Mas o que é ser empreendedor e quais as condições necessárias para o sucesso de um empreendimento?

Para ser empreendedor, além de ter vontade e visão de negócios, a pessoa precisa:

  • ser capaz de executar o que se propõe com muita vontade, determinação, competência e uma boa dose de ousadia;
  • ter desempenho diferenciado dos profissionais comuns, de modo a se destacar facilmente em tudo que faz;
  • não medir esforços para atingir seus objetivos;
  • ser dotada de várias qualidades que a credencia para o sucesso;
  • ser consciente de que só se chega lá à custa de muito trabalho e dedicação. 

São pessoas decididas, corajosas, capazes de correr riscos calculados, focadas, persistentes, otimistas, que estão sempre identificando oportunidades e agindo, entre outras características..

Mas será que todas as pessoas que pensam em empreender possuem tais qualidades? Ou será que muitas imaginam que apenas o simples fato de passarem para o outro lado fará mudar automaticamente de atitude?